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Lançamento: Mal Intencionados

Oi Gente,
Tenho um lançamento especial para mostrar.
É  mais um livro da  Geyme LechnerMannes, vocês lembram dela?

Em 2010, ela lançou o livro Meninas bonitasnão são pra casar. 


Bem, agora ela vem ai com o livro Mal intencionados.

O texto e as ilustrações abaixo são de autoria da própria Geyme, e eu retirei de seu blog, Boutique de ideias, com a autorização dela. Tudo bem explicadinho, pois estamos numa onda de plágios e eu não quero entrar para a lista do mal, kkk



Título: Mal intencionados
Autor: Mannes, Geyme Lechner
Edit. LP-Books –
 Public.: Marc./2012
ISBN: 978-85-7869-323
Págs. 326

O que uma mulher é capaz de fazer quando é abandonada pelo homem que ama?         
Pode uma criança ser inocente e vilã ao mesmo tempo?                                                    
Qual a capacidade de um homem preconceituoso e intolerante para  infligir o mal?                    
O que há por trás das intenções de cada pessoa, em seus sorrisos e palavras?

Mal Intencionados transporta o leitor a duas histórias paralelas no tempo: ao passado de Ana em 1989 e ao presente de Tomás, seu filho, em 2004.
Mãe e filho, vítimas das próprias emoções extrapoladas, que em momentos se confundem com amor, outros, com ciúmes, insegurança e obsessão, protagonizam a trama encontrada aqui.
Ana é uma mulher que comete todo tipo de eloquência quando é abandonada pelo marido: álcool, vexames e humilhações, na vã esperança de resgatá-lo novamente ao lar.

Tomás supre o desmensurado amor materno quando conhece Maria Molambo: a garota da cicatriz, a deusa de cabelos vermelhos, cinco anos mais velha que ele.
O garoto tem apenas 13 anos quando fica a mercê de um pederasta, um homem perigoso com quem terá que conviver (e enfrentar) se quiser sair ileso dessa história.

Ambientado em Londrina, Mal intencionados arranca as máscaras dos personagens e deixa a loucura que habita em cada um deles, despida de quaisquer pudores.

O que há por trás da máscara que cada um de nós usa? Conflitos e dilemas... O ser humano é movido por “razões” que muitas vezes, só a loucura explica e reconhece.

Se falamos às claras somos insensíveis, se não falamos por consideração à pessoa, somos omissos. De qualquer forma, o resultado é ruim; quando não queremos mais estar com alguém que nos ama, terminamos sendo um maldito filho da puta. pág. 171
Conflitos internos… Somos ou não nosso maior inimigo? Padecemos pelo poder empregado às nossas crenças, desconhecemos nossa capacidade para a violência.

 precisa ver a cara desses granfinos quando têm um cano na boca. Só falta cagarem nas calças! Não existe desigualdade quando a gente enfia o cano na cabeça de um engravatado. Nessas horas, somos todos iguais, a gente e eles, sacou o lance? Tudo igual, só na moral, sem preconceito! pág. 137
O convencionalismo da sociedade em pauta:

O preconceito é uma praga que nenhum professor ensina, qualquer um pode aprendê-lo sozinho. Mas você já viu, por exemplo, alguém ser médico sem ter frequentado uma boa universidade? Não, né? A educação boa custa caro, mas a merda vem de graça! pág.243


"Não era o demônio que a amedrontava, mas sim o pastor, as pessoas e uma fé desenfreada que não conhecia. Descartara a ideia de queixar-se com o pastor, pois ele era mais louco que todos os loucos. Ele estava mais possuído do que aqueles a quem exorcizava..." pág.69



Para um romance em tempos de violência, qualquer semelhança com a vida real, não será mera coincidência.






"... Lendo Mal Intencionados deparamos com umas histórias cuja autora parece ter saído do serviço social em lugares onde a carência material e afetiva é a porta de entrada (ou saída) para a formação de pessoas bem e mal intencionadas. Geyme Lechner não é da Assistência social, não é psicanalista, não é historiadora, ou investigadora policial, mas parece reunir em sua admirável habilidade de construção literária tudo isso ao produzir essa, que já pode ser considerada, obra prima da nossa literatura. Se durante a leitura temos o ímpeto quase incontrolável de intervir na história, depois de ler é impossível manter-nos socialmente impassíveis".
by José Claudio Adão – Escritor.
"... Mal Intencionados é uma obra magistral, bem escrita e bem conduzida, audaciosa e desafiadora, que não apenas mostra o talento desta estupenda escritora, como também exige do leitor talento e coragem não para lê-la, mas para encarar tanto sua identificação quanto sua negação em relação ao comportamento e às intenções de seus personagens.
A dança do cotidiano, as transformações dos acontecimentos, o choque das esperanças frustradas, o vício dos amores doentios bailam nas páginas de Mal Intencionados de forma poética e crua nos deixando, ao final, com um gosto de prazer por não sermos NÓS aquelas pessoas; e de desagrado, por imaginarmos se não poderíamos ser".
 by Laura Elias - Escritora.






Geyme Lechner Mannes
08/03/2012
Leipzig - Alemanha




http://www.geyme.com/